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quarta-feira, 9 de março de 2011

Não é por mim.

No fundo, no fundo, eu ainda não acredito que li aquilo, que presenciei aquela escolha. Talvez seja por ainda querer acreditar que, apesar da malvadez, do calculismo, do ego, ainda havia amizade. E está-me preso na garganta e no coração, porque daqui a dois dias serei eu que terei de contar-lhes a escolha que outro alguém fez. E sabes, não é por mim, é por eles...

Puta que te pariu, como é que foste capaz?

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

De pôr os cabelos em pé I


Quando as pessoas namoram uma com a outra, é natural que essa relação se estenda até aos amigos da parelha. Se me faço entender, é normal que as pessoas que eram amigos de um dos elementos do casal comecem a estabelecer ligações de amizade com a pessoa recém-entrada no círculo de amizades, via cama-do-amigo-X. Até aqui, tudo bem, tudo normal. E as pessoas tornam-se todas amigas, num grande grupo feliz.

A porca torce o rabo quando aquele casalinho, que era só amor, beijinhos e mimos, decide acabar tragicamente a relação. Em bom português, quando um decide que está mais do que na altura do outro levar um belo par de patins. Pronto, caldo entornado e começa o típico 'zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades'. E lá vai acusação para um lado, silêncio para o outro, choro daqui e ódio dali. 

E porque já não tenho idade nem pachorra nem vontade para andar com estas merdas nos ouvidos não admito (nunca, nunca mais) que me coloquem no constrangimento de ouvir falar mal de uma pessoa que gosto. Arre, a la pute que vos pariu!


sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Instalou-se o desencanto. Sê bem-vinda realidade. Afinal, como li algures, há muitas coisas que podem abrir portas e encantar corações mas o carácter, essa coisa que define cada um de nós, esse sim é o que mantem as portas abertas. And you sir, are full of shit.


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Ab alio expectes, quod alteri feceris

A vida é marcada por ciclos, por momentos, por temporadas, toda a gente sabe. E toda a gente sabe também que, por vezes, a sorte, o destino ou o vento estão do nosso lado, nos sopram de feição e que, noutras vezes, nem por isso. Daí que oh gentalha, i don't give a shit para esse vosso tom imperativo e olhar de soslaio em jeito de "oh para mim agora tão importante, tão cheia de estatuto e afins". Aliás, tamanha bimbalhada apenas me reaviva a memória de uma frase que li um dia: Never interrupt your enemy when he is making a mistake.

E, porque a lei do retorno é uma grandessíssima cabra, eu, no vosso lugar, de vez em quando, ia olhando em volta.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Esconde ai, que pode ser que ela não veja!

A minha queriduxa da minha gata pensa que se ela não me puser a vistinha em cima, eu também não a consigo ver [e a prova é que está toda escondidinha atrás da cadeira a tentar puxar a alça da minha carteira]. Tudo bem. Agora, sério, mas grave e sério mesmo, é gente com mentalidade da minha gata. Gente que pensa que, se for cabrita montesa escondida da vista, os outros não lhe conhecem os cornos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Eu não tenho filhos, pois que não tenho. Também não sou mulher, nem namorada de ninguém. Aliás, nem dona de um cão sou porque não tenho vida para tal, com o risco de encontrar o cão com o pernil esticadinho duas semanitas após a aquisição por esquecimento completo e total da dona da sua existência. Eu também não sou dona de uma mentalidade pequenina, ai que coitadinha que eu sou, ó para mim a chorar pelos cantos! Isto também não quer dizer que eu não seja gente.

Como tal, a grandessíssima otária que tenho vindo a ser vai deixar de se preocupar com metade do mundo, meio mundo esse composto por gente ingrata e pequenina, que só conhece a versão do venha a nós senhora!

Paciência. Ai precisa. Azar do caralho. Ai está mal. Habemos pena.

Por isso, está decretado o fim da época do vou lá ajudar todos os pobres coitados do mundo. A partir de hoje, façam-se à puta da vida que a mim também me custa.