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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Não há fumo sem fogo.

Aconselharam-mo. Publicitaram-no. Vi-o muitas vezes, ainda que não tivesse falado comigo e me convencesse a tirá-lo da prateleira. Mas o Verão traz tempo morto e, há duas semanas, por mera curiosidade, comprei o primeiro volume de Os Pilares da Terra, de Ken Follett. Devorei-o em cinco dias. E comprei o segundo volume. ADOREI!
O(s) livro(s), magistralmente bem escritos, transporta-nos à Idade Média, a um mundo de reis, rainhas, damas, cavaleiros, pedreiros e monges, castelos, cidades e catedrais. O amor e a morte cruzam-se a cada momento, num percurso em que o Homem se eleva aos mais altos píncaros. Cativante desde o início, aposto que se recusará a ficar esquecido.

[a agora existe também em série. igualmente muito bem escrita e filmada, mas nada retira o prazer de deixarmos a nossa imaginação voar através do mundo que sai de dentro de um livro]

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Até que o rio nos separe.

«Não sou nenhum sábio. Não finjo que tenho as respostas para todos os segredos do universo, mas há algo que sei: uns vivem bem, outros morrem bem, mas poucos amam bem. Porquê? Não sei e não posso responder a isso. Todos vivemos, todos morremos - não há forma de escaparmos, mas é o que está no meio que importa. Amar bem... é outra coisa.»
Charles Martin

[nem pela metade e já me prendeu]