quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Enfermeiros, bem hajam!


Oito da manhã, para alguns podia ser quase um madrugar. Para nós, apenas a hora de início do turno da manhã. Mas, naquele dia, ninguém ia para o hospital. A expectativa era grande, mas a certeza que, desta vez, estávamos unidos acalmava os ânimos. Mas nada podia prever o cenário que encontrámos perante os nossos olhos depois de 300 quilómetros de viagem. Vinte mil batas brancas unidas por uma causa, num passo junto e ritmado, num conjunto de vozes que se fizeram ouvir durante mais de duas horas. E na avenida reparei: o princípio e o final da nossa luta eram mais longe do que os meus olhos podiam alcançar. Regressámos ao Porto com um sorriso na cara, o sentido de dever cumprido, da certeza de que, mais do que nunca, estamos unidos, de que vivemos um momento histórico para a nossa profissão e de não vamos desistir de lutar por aquilo que é nosso por direito. A vontade continua e a certeza de que merecemos mais também. Parabéns Enfermeiros!

domingo, 24 de janeiro de 2010

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mudar, Arrepender-se. Refazer.

Há poucos dias, numa conversa banal e menos banal, uma ela, bem próxima de mim, perguntou-me: Agora que chega ao fim, o que mudarias?. Nada, respondi-lhe eu. Disse-me que mudava muita coisa no seu percurso, e eu, inquisitiva, não me satisfiz na resposta. Olha, porque sim…, voltou a dizer.


Eu não mudava nada. Nem os momentos em que me senti pior. Seria como comprovar-me que não gosto de mim, que as minhas pessoas não são as certas, que o faço não tem sabor. Claro que os dias ditam a sua diferença inequívoca, há dias fáceis e outros nem tanto. Mas de quatro anos levo uma certeza: gosto bem mais de quem sou agora do que quem era. E gosto bem mais do que cada um é. Não mudaria uma vírgula, repensaria uma decisão. Não trocaria um segundo desde então. Sou feliz assim!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Learn something new


O que a estatística me ensina! xD

...

Entre o cansaço de uma semana cheia dos nadas que são meus e uma quase quarentena forçada, aconteceu-me algo único. Sonhei com a mesma pessoa todas as noites. Ou são saudades ou é Freud a dizer-me qualquer coisa pelo meu inconsciente. E, como a pessoa em causa é (quase) presença diária na minha vida, não me parece que sejam saudades.
Não sei quem me incutiu esta ideia, mas desde pequena tenho a mania de não contar os sonhos bons, pois havia a superstição que estes não se realizariam se os andasse a espalhar aos quatros ventos. A verdade é que esta semana tive um sonho tão bom que tenho medo até de o relembrar. Por isso, com muita pena minha, não irei reproduzi-lo neste pequeno espaço perdido nos meandros da internet.
Fica só a pequena nota: Foi só e exclusivamente com ele.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Definitivamente.

Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.
Não vou voltar a beber.

[não depois de dia 1.1.10.]