
sábado, 28 de agosto de 2010
Eu tenho dois amores.
Andava embeiçada por este menino lindíssimo.
[Renault Megane Coupé]
Mas hoje vi outro e conquistou-me o coração (e a carteira).
[Novo Opel Astra Cosmos]
Dois amores que em nada são iguais, e não tenho a certeza de qual eu gosto mais. E vocês, de qual gostam mais?
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Não há fumo sem fogo.
Aconselharam-mo. Publicitaram-no. Vi-o muitas vezes, ainda que não tivesse falado comigo e me convencesse a tirá-lo da prateleira. Mas o Verão traz tempo morto e, há duas semanas, por mera curiosidade, comprei o primeiro volume de Os Pilares da Terra, de Ken Follett. Devorei-o em cinco dias. E comprei o segundo volume. ADOREI!
O(s) livro(s), magistralmente bem escritos, transporta-nos à Idade Média, a um mundo de reis, rainhas, damas, cavaleiros, pedreiros e monges, castelos, cidades e catedrais. O amor e a morte cruzam-se a cada momento, num percurso em que o Homem se eleva aos mais altos píncaros. Cativante desde o início, aposto que se recusará a ficar esquecido.
[a agora existe também em série. igualmente muito bem escrita e filmada, mas nada retira o prazer de deixarmos a nossa imaginação voar através do mundo que sai de dentro de um livro]
Fotografias
Hoje espalhei fotografias por todo o meu quarto, enquanto as revia lentamente, uma a uma. São as fotos que me fazem ficar presa ao passado por uma teia de saudade. E chega a nostalgia, a pena e a inquietude de espírito. Voltei a guardá-las, porque não posso, nem quero viver no passado. Viver do que já foi é correr atrás do vento, é agarrar água numa mão fechada. Guardei-as e não quero mais revê-las em saudosismo.
Hoje é o presente, amanhã é o futuro. E no futuro sempre haverá brisas novas a espreitarem por qualquer janela.
É que todos os fins-de-semana, haja paciência!
Eu não sei se quero ir passar um fim-de-semana perto da praia, a beber caipirinhas de vodka preta e a fumar uns charros com umas pessoas que só sabem falar de sexo. Assim, à descarada. Do que fizeram ontem, a semana passada, o ano passado, há dez anos, com o Joãozinho e com o Joaquimzinho, com o branco e com o preto, com o tímido e com o depravado. Pronto, não sei se quero.
[Adenda: ok. Já disse que ia].
Não se escrevia nada por aqui.
Porque também é preciso um tempo para desanuviar, para assentar as ideias, para ganhar vontade, para pôr os pontos nos i's. E para ter férias. Agora, estou de volta novamente, com mais vontade.
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